
Tem um projeto de inteligência, tecnologia e eficiência no monitoramento, tratamento e manutenção de estações de água?
Esse programa é pra você.
O QUE É?
O Programa de Inovação Aberta Sabesp é realizado em parceria com o PIT – Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos, com o objetivo de identificar, selecionar e desenvolver soluções inovadoras para desafios estratégicos da companhia, promovendo maior eficiência operacional, sustentabilidade e qualidade na prestação dos serviços de saneamento.
POR QUE PARTICIPAR?
- Acesso ao ecossistema da Sabesp;
- Mentorias técnicas e estratégicas;
- Possibilidade de parcerias institucionais e projetos-piloto;
- Visibilidade e reconhecimento;
- Certificação;
- Conexão com o novo marco regulatório e referência global em saneamento.
OBJETIVOS
Com o objetivo de buscar soluções inovadoras para desafios estratégicos relacionados aos serviços de saneamento básico, a Sabesp tem como principal objetivo prospectar, selecionar proponentes e apoiar o desenvolvimento de Provas de Conceito (PoCs), em parceria com organizações do ecossistema de inovação.
Os desafios que serão abordados são:
Desafio 1:
Como podemos eliminar ou reduzir drasticamente a formação de Trihalometanos (THMs) no tratamento de água, garantindo segurança sanitária sem comprometer eficiência e custo operacional?
Desafio 2:
Como podemos implementar soluções acessíveis e inteligentes para monitoramento operacional em tempo real de ETEs de pequeno porte e remotas, garantindo eficiência, conformidade ambiental e decisões orientadas por dados?
Desafio 3:
Como podemos desenvolver uma solução rápida, de baixo custo e confiável para medir a eficiência do tratamento de esgoto (Demanda Bioquímica de Oxigênio – DBO) diretamente em campo, para monitoramento de sistemas individuais em áreas rurais e isoladas.
Entenda os desafios
Como podemos eliminar ou reduzir drasticamente a formação de Trihalometanos (THMs) no tratamento de água, garantindo segurança sanitária sem comprometer eficiência e custo operacional?
O principal desafio enfrentado pela Sabesp está na minimização da formação de trihalometanos (THMs) durante o tratamento de água. Trata-se de um fenômeno inerente ao processo de desinfecção, mas que precisa ser rigorosamente controlado para garantir o atendimento aos limites estabelecidos pela legislação de potabilidade. O THM é um subproduto formado quando o cloro, amplamente utilizado como agente desinfetante, reage com a matéria orgânica presente na água — especialmente ácidos húmicos e fúlvicos — além de outros compostos nitrogenados e halogenados. Essa formação pode ocorrer tanto na saída das Estações de Tratamento de Água (ETAs) quanto ao longo da rede de distribuição, ampliando a complexidade do controle.
A dinâmica de formação de THMs apresenta alta variabilidade, sendo influenciada por fatores sazonais, pelas características da água de captação e pelas condições operacionais de cada ETA, como a dosagem de cloro aplicada. Esse comportamento não é uniforme entre os sistemas, e há unidades que ainda enfrentam dificuldades para atender plenamente aos limites regulatórios. Isso exige um controle mais refinado do processo, considerando as particularidades de cada manancial e operação.
Do ponto de vista regulatório, o tema possui alta criticidade, uma vez que as equipes operacionais das ETAs são diretamente responsáveis por garantir a conformidade com os padrões de qualidade da água estabelecidos na Portaria de Potabilidade. A legislação determina limites máximos de 0,1 mg/L para THMs e 0,08 mg/L para ácidos haloacéticos (HAAs), e o não atendimento a esses parâmetros pode resultar em sanções, incluindo multas, além de impactos reputacionais e riscos à saúde pública.
O que buscamos
O que buscamos
Busca-se uma solução por meio de inovação aberta, concentrando-se no impacto do problema. O desafio central é: minimizar a formação do THM e HAA no tratamento de água.
Foco da Solução: O objetivo é a redução da formação de THM e HAA, pois a eliminação total é considerada impossível, já que a legislação exige a dosagem de cloro. A solução deve ser adaptável às condições específicas de cada ETA.
Como a solução ideal se parece
A solução ideal é um processo de tratamento de água perfeito que remova os precursores, resultando na redução de custos.
Critérios da Solução: O ideal é resolver o problema do THM e HAA e, simultaneamente, reduzir o custo com produtos químicos.
Adaptabilidade: A solução deve ser geral, levando em consideração a variabilidade de porte, idade das ETAs e o fluido de entrada, com o objetivo de atender à norma e garantir o menor custo possível.
Quais os objetivos
Quais os objetivos
Os objetivos do projeto foram definidos como:
- Minimizar a formação de THMs e HAAs: Reduzir a formação desses subprodutos para enquadramento no valor máximo permitido pela legislação.
- Realizar o monitoramento de remoção de matéria orgânica nas etapas de tratamento: Adicionar o monitoramento de remoção da matéria orgânica, que atualmente é inexistente, nas etapas de tratamento.
- Redução de custo do processo: Objetivo abrangente que visa reduzir os custos operacionais (não apenas químicos), deixando a solução aberta a opções como monitoramento ou questões biológicas.
Métricas de Avaliação
Métricas de Avaliação
Resultados mensais de THMs e HAAs
- Métrica principal para acompanhamento de THMs e HAAs
- Objetivo: garantir conformidade legal
- Unidade de medida: miligrama por litro (mg/L)
Média móvel dos últimos 12 meses (THMs e HAAs)
- Métrica secundária para avaliação de conformidade
- Atende às exigências da legislação vigente
- Permite análise mais estável e confiável ao longo do tempo
Implantação de monitoramento de remoção de matéria orgânica
- Métrica de sucesso qualitativa
- Avalia a evolução de um cenário sem monitoramento para um com monitoramento ativo
- Indica maturidade operacional no controle do processo
Consumo e custo de produtos químicos por m³ produzido
- Métrica de eficiência econômica
- Avalia consumo de insumos por volume produzido (m³)
- Permite comparação e normalização de custos
- Referência: o cloro gás é o insumo de menor custo
Confira o regulamento, certifique-se da aderência e o cumprimento aos requisitos e Inscreva-se, a participação é gratuita.
Como podemos implementar soluções acessíveis e inteligentes para monitoramento operacional em tempo real de ETEs de pequeno porte e remotas, garantindo eficiência, conformidade ambiental e decisões orientadas por dados?
O desafio central de inovação reside na viabilização do monitoramento operacional básico e confiável em Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) de pequeno porte e remotas, localizadas principalmente no interior e litoral. Atualmente, a operação dessas unidades é caracterizada pela baixa instrumentação, pouca conectividade e ausência de monitoramento contínuo. O processo de acompanhamento da vazão e dos dados operacionais é predominantemente manual, o que consome horas de gestão e resulta em uma atuação fundamentalmente reativa da Companhia. Os problemas são identificados apenas depois que ocorreram.
A principal dificuldade operacional é a falta de proatividade no monitoramento, que torna a Companhia vulnerável ao seu ponto de maior criticidade: o extravasamento de esgoto para as vias públicas, um evento de alto impacto ambiental e social. A urgência do problema se intensifica com a necessidade de medir a vazão em mais de 300 instalações existentes e a inclusão crítica do monitoramento do nível de esgoto de chegada, fundamental para a prevenção e previsão do risco de extravasamento. Os gargalos técnicos e financeiros incluem a limitação orçamentária para adquirir medidores tradicionais de alto custo, a restrição de compatibilizar a transmissão de dados com os padrões de cibersegurança e a exigência de que a solução tenha baixa demanda de intervenção ou limpeza manual diária, para ser compatível com a rotina do operador.
A inovação é imperativa para que a Companhia possa cumprir as metas estabelecidas pelo Marco do Saneamento, bem como a meta da Sabesp, definida via Contrato URAE-1, que prevê a universalização do tratamento de esgoto até 2029. O projeto tem como objetivo primordial viabilizar a medição de vazão de forma remota em todas as ETEs alvo. Com a implantação de um sistema de monitoramento contínuo, os benefícios esperados incluem uma significativa ampliação da cobertura operacional, a transição para uma atuação proativa (reduzindo o número de ocorrências evitáveis) e a geração de dados essenciais para a melhor tomada de decisão, otimização de custos e planejamento de investimentos. A resolução deste desafio histórico possibilitará uma maior eficiência operacional e posicionará a Companhia como pioneira no setor de saneamento no Brasil.
O que buscamos
O que buscamos
Buscamos soluções inovadoras, de baixo custo e alta confiabilidade, capazes de viabilizar o monitoramento operacional remoto em Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) de pequeno porte e remotas. O foco primordial é o desenvolvimento ou adaptação de tecnologia para a medição contínua e remota de vazão, complementada pela leitura crítica do nível de esgoto (nível de chegada), visando a prevenção imediata de extravasamentos e a transição de uma atuação reativa para uma proativa. As propostas devem ser robustas, exigir baixa intervenção manual do operador (baixo HH), funcionar em cenários de conectividade e energia limitadas e garantir a compatibilidade com os padrões de cibersegurança da Companhia, contribuindo diretamente para o cumprimento das metas do Marco do Saneamento.
Quais os objetivos
Quais os objetivos
Os objetivos do projeto foram definidos como:
- Medição Remota de Vazão: Viabilizar a medição de vazão de forma remota em todas as Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) alvo. A métrica principal de sucesso será o total de ETEs monitoradas sobre o total de ETEs a serem alcançadas.
- Ampliação da Cobertura Operacional: Ampliar a cobertura de monitoramento operacional com a inclusão crítica da medição do nível de esgoto (nível de chegada).
- Aumento de Intervenções Proativas: Aumentar o número de intervenções proativas, utilizando os dados contínuos para prever e prevenir o risco de extravasamento, visando a redução da atuação reativa da Companhia.
Métricas de Avaliação
Métricas de Avaliação
Indicadores-chave de sucesso do projeto:
- Cobertura de Monitoramento de Vazão: Percentual de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) alvo que possuem a medição de vazão sendo realizada de forma remota.
- Percentual de ETEs com Dados em Dia: Aumento do percentual de ETEs que mantêm a coleta de dados de monitoramento básico (incluindo nível de esgoto de chegada) atualizada e em dia.
- Proatividade Operacional: Número de ocorrências críticas (extravasamentos, falhas) evitadas anualmente devido à atuação preditiva baseada nos novos dados de monitoramento.
O que já foi testado
O que já foi testado
- Sistema SCOI (Metropolitana): Uma solução chamada SCOI foi testada na região Metropolitana, mas falhou por problemas de falta de instrumentação e, principalmente, por problemas de conectividade que impediram a transmissão de dados.
Confira o regulamento, certifique-se da aderência e o cumprimento aos requisitos e Inscreva-se, a participação é gratuita.
Como podemos desenvolver uma solução rápida, de baixo custo e confiável para medir a eficiência do tratamento de esgoto (Demanda Bioquímica de Oxigênio – DBO) diretamente em campo, para monitoramento de sistemas individuais em áreas rurais e isoladas.
O desafio de inovação surge da necessidade de adequação da Sabesp a uma obrigação regulatória imposta pela ARSESP em sua Deliberação nº 1.750/2025, que exige a inspeção periódica de soluções isoladas de saneamento. A prestadora estima a incorporação de 47.000 soluções isoladas de esgotamento sanitário até dezembro de 2026, que deverão ter a eficiência de tratamento monitorada. Essa exigência impõe um cenário de operação em larga escala, tanto em volume quanto em frequência de inspeções, tornando inviável a aplicação do método laboratorial tradicional para medição de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO).
Nesse contexto, o principal problema está na limitação do método convencional DBO 5,20 (5 dias em estufa a 20°C), que leva cerca de cinco dias para geração de resultados. Além disso, a logística associada à coleta e transporte das amostras se torna um fator crítico, considerando a dispersão geográfica dos domicílios. Para garantir a validade das análises, é necessário manter as amostras sob refrigeração (em torno de 4°C) e realizar a análise em até 24 horas — com limite máximo de 48 horas — o que dificulta ainda mais a operação em escala.
O escopo inicial contempla sistemas isolados localizados em condomínios e loteamentos em áreas urbanas, incluindo fossas sépticas, filtros anaeróbios e biodigestores individuais e unifamiliares, conforme estabelecido pela ABNT NBR 17076:2024. A medição da eficiência é realizada com base na coleta de amostra exclusivamente na saída desses sistemas, dada a impossibilidade de coleta do esgoto bruto em sistemas isolados.
Por fim, como critério de adequação, a norma estabelece que os sistemas devem atingir pelo menos 60% de eficiência de tratamento ou apresentar concentração máxima de 120 mg/L de DBO na amostra de saída, garantindo assim a conformidade com os padrões exigidos.
O que buscamos
O que buscamos
Buscamos uma solução inovadora, de baixo custo e escalável para avaliar a concentração da DBO 5,20 do efluente de soluções isoladas de tratamento de esgoto, com medição rápida em campo, eficiência logística ou correlação comprovada com parâmetros menos complexos.
- Análise Imediata em Campo: A expectativa é por um processo imediato, ou um kit de análise in loco/analisador automático, que elimine a complexidade logística do transporte de amostras refrigeradas até o laboratório.
- Escala e Custo: A solução deve ser economicamente viável e escalável para ser aplicada de forma recorrente em 47.000 sistemas pulverizados.
- Confiabilidade e Conformidade: O método de análise deve ser confiável e com comprovação científica, atendendo às exigências regulatórias da ARSESP e garantindo a validação do monitoramento dos sistemas conforme as normas vigentes.
- Rastreabilidade e Segurança: A solução deve prever um sistema de segurança robusto contra fraudes/não conformidades, registrando georreferenciamento, data, hora e ID da amostra diretamente na nuvem.
- Funcionalidade em Campo: O equipamento ou método deve ter autonomia de energia (bateria carregável, por exemplo, no veículo) e ser portátil para áreas com limitações de acesso veicular.
- Parâmetros Correlatos: É considerada a possibilidade de um método que correlacione o resultado de DBO com outros parâmetros de resposta rápida, como DQO (Demanda Química de Oxigênio) ou COT (Carbono Orgânico Total), desde que a aceitação regulatória pela ARSESP seja assegurada.
Quais os objetivos
Quais os objetivos
- Desenvolvimento de Solução de Análise Rápida e de Baixo Custo: Encontrar uma solução de análise da eficiência de DBO que seja imediata, realizada em campo e economicamente viável.
- Conformidade Regulatória e Confiabilidade: Garantir que o método de análise proposto seja aceito pela ARSESP e possua confiabilidade suficiente para certificar as soluções isoladas de tratamento de esgoto.
- Viabilização da Gestão Logística em Larga Escala: Otimizar o processo logístico de inspeções e monitoramento em larga escala, abordando a roteirização, separação de equipes e gestão da operação.
Métricas de Avaliação
Métricas de Avaliação
Métricas de Análise:
- Tempo de análise/resultado (em minutos)
- Custo por análise
- Quantidade de análises por mês (produtividade esperada)
Métricas de Gestão e Logística:
- Controle com indicadores extraídos do processo
- Eficiência do processo logístico
Mitigação de Riscos (Conformidade e Segurança):
- Engajamento da área de Regulação da Sabesp e da ARSESP no processo de validação.
- Registro de dados com georreferenciamento, data, hora da análise e ID da amostra em nuvem (segurança contra fraude).
O que já foi testado
Métricas de Avaliação
Nenhum método ou solução alternativa de medição de DBO para sistemas isolados em campo foi testado. A Sabesp está na fase de planejamento e refinamento do desafio, com o objetivo de iniciar uma Prova de Conceito (PoC) após a definição da solução. A experiência atual da empresa com sistemas isolados se restringe a ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto) de pequeno porte, que são coletivas, sendo o atendimento individual uma novidade operacional e regulatória.
Confira o regulamento, certifique-se da aderência e o cumprimento aos requisitos e Inscreva-se, a participação é gratuita.
Etapas do processo
- Inscrições - 01/07/2026 a 11/08/2026
- Avaliação das propostas - 19/08/2026 a 25/08/2026
- Resultado dos selecionados para entrevistas - 25/08/2026
- Entrevistas - 26/08/2026 a 08/09/2026
- Pitch Day - 23/09/2026
- Resultado dos aprovados no Pitch Day - até 01/10/2026
- Assinatura da parceria - até 29/10/2026
- Welcome aboard - 30/10/2026
- Execução das provas de conceito - 02/11/2026 a 25/01/2027
- Demo Day - 26/01/2027
A execução da Prova de Conceito (PoC) não contará com recursos financeiros disponibilizados pela Sabesp. Caso a solução seja selecionada para essa etapa, a continuidade do projeto dependerá de comum acordo entre as partes, conforme previsto no edital.
Não. O Programa de Inovação Aberta Sabesp não prevê aporte financeiro para a realização das Provas de Conceito (PoCs). As empresas interessadas devem considerar essa condição antes de realizar sua inscrição.
Não. A participação no Programa de Inovação Aberta Sabesp não gera direito ao reembolso de custos, remuneração, aporte financeiro ou contratação pela Sabesp. A eventual continuidade da solução após a PoC dependerá dos resultados obtidos e das avaliações técnica, jurídica, operacional e orçamentária da Companhia.
A propriedade intelectual será disciplinada em instrumento jurídico específico. Conforme as diretrizes do Programa, a titularidade será preferencialmente atribuída à Sabesp, observadas as características do projeto e a legislação aplicável.
As condições de uso, licenciamento e exploração da solução serão estabelecidas nos instrumentos jurídicos específicos celebrados entre a Sabesp e a empresa selecionada. Essas condições considerarão a natureza da tecnologia desenvolvida, o interesse público e as diretrizes do Programa.
Podem participar empresas com soluções que possuam Nível de Maturidade Tecnológica (NMS/TRL) igual ou superior a 5, ou seja, tecnologias já validadas em ambiente relevante e aptas para demonstração em contexto operacional.
Sim. Desde que a solução apresentada possua NMS/TRL mínimo 5 e atenda aos demais requisitos previstos no edital.
Quando aplicável, sim. As soluções deverão observar a legislação e os requisitos regulatórios pertinentes ao seu objeto de atuação. Essas exigências poderão variar conforme a natureza de cada desafio.
Sim. Caso a proposta seja selecionada para a etapa de Prova de Conceito, as condições para sua execução serão formalizadas por meio de instrumento jurídico específico.
Sim. As informações técnicas, comerciais e estratégicas compartilhadas entre as partes serão tratadas de forma confidencial, conforme as disposições previstas nos instrumentos jurídicos aplicáveis.
Não. A aprovação na Prova de Conceito não garante a contratação da solução. A eventual contratação dependerá da avaliação dos resultados obtidos, da aderência às necessidades da Sabesp, da viabilidade técnica, operacional, jurídica e orçamentária, bem como da observância da legislação aplicável.
Caso a Prova de Conceito apresente resultados satisfatórios, a possibilidade de evolução para uma implantação em maior escala será avaliada pela Sabesp, considerando critérios técnicos, operacionais, econômicos, jurídicos e estratégicos, observada a legislação vigente.
O Programa de Inovação Aberta Sabesp é realizado em parceria com o PIT – Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos, com o objetivo de identificar, selecionar e desenvolver soluções inovadoras para desafios estratégicos da companhia, promovendo maior eficiência operacional, sustentabilidade e qualidade na prestação dos serviços de saneamento.
Startups, empresas, universidades, instituições de pesquisa que tenham soluções e ideias para os desafios apresentados.
Ao buscar soluções inovadoras para desafios estratégicos na fiscalização de projetos de arquitetura, a Sabesp tem como objetivo principal prospectar e selecionar proponentes, além de apoiar o desenvolvimento de Provas de Conceito (PoCs) em parceria com organizações.
Validar uma solução para um desafio real em parceria com a Sabesp, uma das maiores companhias de saneamento do mundo e referência no setor, reconhecida pelo compromisso com a inovação, a sustentabilidade, a eficiência operacional e a ampliação da qualidade dos serviços prestados à população.
Desafio 1. Como podemos eliminar ou reduzir drasticamente a formação de Trihalometanos (THMs) no tratamento de água, garantindo segurança sanitária sem comprometer eficiência e custo operacional?
Desafio 2. Como podemos viabilizar o monitoramento operacional básico e confiável em ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto) pequenas e remotas para garantir eficiência operacional, conformidade ambiental e melhor tomada de decisão?
Desafio 3. Como podemos desenvolver uma solução rápida, de baixo custo e confiável para medir a eficiência do tratamento de esgoto (Demanda Bioquímica de Oxigênio – DBO) diretamente em campo, para monitoramento de sistemas individuais em áreas rurais e isoladas?
Acesse o link e preencha o formulário no período de 01/07/2026 a 11/08/2026
Acesse o Regulamento por aqui.
A divulgação dos selecionados ocorrerá no dia 00/00/0000, por meio do e-mail informado no momento da inscrição. Certifique-se de cadastrar um endereço eletrônico válido e de acesso frequente, pois todas as comunicações oficiais do programa serão realizadas por esse canal.
Caso haja dúvidas sobre as informações desta página e/ou do regulamento, entre em contato por e-mail: inovacaoaberta@skyblue-nightingale-191253.hostingersite.com